segunda-feira, 21 de março de 2016

Disciplina

12 Verdades sobre Disciplina que talvez você ainda não Conheça
Autor: Jon Talber[1] 
14 de Março de 2016
Série: Dicas para Autorreciclagem
Disciplina é o princípio da ordem interna que aflora a partir da desordem externa...
"Disciplina não é domesticação, muito menos o ato de cumprir ordens sob o jugo de uma lei ou obrigação..."
12 Verdades sobre Disciplina que talvez você ainda não Conheça
Um indivíduo sem disciplina jamais poderá se tornar inteligente...
A despeito do debate sobre o assunto, diante de fatos não sobra espaço algum para contestações e bate-bocas improdutivos. Quando refletimos profundamente sobre uma questão, é porque há interesse de nossa parte e elucidar o problema. Entretanto, a elucidação nunca ocorre sem uma autoinvestigação, uma comprovação, seja através dos fatos, da autovivência, ou ainda de uma experimentação lúcida. Lembre-se, nada substitui a comprovação através do experimento pessoal.
Refletir tomando como alicerce abstrações teóricas, se assemelha a crença de que os contos infantis medievais, os famosos contos de fada, aqueles recontados desde muitas gerações por nossos pais, avós e bisavós, não estão recheados dos mais escabrosos relatos de horror.
Para entendermos um pouco mais sobre disciplina, eis uma relação de tópicos que poderão ser usados como sugestões para reflexão sobre o tema, o que pode servir como guia introdutório para quem deseja ampliar seus conhecimentos. E como sempre, nunca acredite em nada sem antes avaliar, ponderar, investigar, e depois digerir. Experimente, faça os testes, examine a lógica racional de cada coisa antes de passar adiante, ou adotar como modelo para si.
Eis as Dicas.
  • Qual a diferença entre disciplina e ordem? Na verdade não há, e ambos são aspectos complementares de um só atributo, a inteligência. Inteligência não é a simples capacidade de aprender através do intelecto, mas, antes disso, o processo consciente que permite ao indivíduo aprender o que é necessário ou útil. A disciplina é um dos principais atributos da inteligência, e desse modo, são potencializadores mútuos.
  • Disciplina é a arte de conduzir a si mesmo sem desvios ou distrações. E tudo começa quando os pais descobrem o óbvio, que eles próprios são indisciplinados. A partir da constatação da própria indisciplina ou desordem, se de fato estiverem interessados na correta educação dos filhos, acabarão por se autorreciclar. Eliminadas as manias que serviam de gabaritos involuntários para a indisciplina dos filhos, estes não mais se tornarão seus clones psicopatológicos. Esse exemplo de mudança postural representa um método disciplinador de excepcional valor cognitivo.
  • A disciplina surge com a necessidade, que por sua vez aflora quando percebemos a desordem à nossa volta. E como ainda não sabemos o que é a ordem, só podemos estudar aquilo que não é. E dessa observação cuidadosa seguida do exame apropriado, quando se constata que tudo é desordem, poderá, finalmente, surgir a ordem. Paradoxalmente, a comprovação dessa desordem, é o marco inicial do processo de autodisciplina.
  • Disciplina não é a adoção de rotinas, ou hábitos repetitivos, mas, ao invés disso, o foco, responsabilidade e compromisso na execução das tarefas externas, a partir da harmonia interna. Entretanto, sem uma decisão pessoal ela não pode florescer. E quando, no dia a dia, se aplica a disciplina de forma consciente e lúcida, então poderá surgir a ordem.
  • Um burro de carga não é um animal disciplinado e sim domesticado. A domesticação é simples automatismo, conformação com a rotina pela força de um hábito, obrigação ou sujeição. Lembre-se sempre de que, adquirir um hábito ou vício é coisa simples e rápida. No entanto, desfazer-se dele depois é sempre um processo lento e dramático, e muitas vezes sem resultados profícuos.
    12 Verdades sobre Disciplina que talvez você ainda não Conheça
    Não existe nenhuma mágica, é um simples fato, uma criança motivada é naturalmente disciplinada...
  • Assim, disciplina não é conformação ou domesticação. Em ambos não há um mínimo de consciência, o que se opõe a disciplina onde há um máximo. O disciplinado está consciente de que o é, enquanto que o domesticado pelo hábito, submissão ou obrigação, nunca está.
  • Mas a disciplina requer humildade, que não é servidão ou conformismo, a exemplo dos comportamentos religiosos. Um religioso nunca será verdadeiramente disciplinado, uma vez que segue preceitos, ordens e padrões, o que pode contrariar sua natureza e predisposições inatas, mesmo que nunca admita, ou venha a perceber sequer que exista tal condição.
  • E o estado de disciplina não pode coexistir onde existe subjugação ou conformação de qualquer natureza, o que significa conduta por injunção. O mais adequado seria considerarmos essa postura como automatismo.
  • E se a auto-organização é um dos mais elevados estados existenciais do homem, a disciplina é o processo através do qual se chega a ela. Organização é o meio pelo qual a desordem é desfeita, enquanto que a disciplina é o meio, princípio e fim pelo qual essa organização é na prática aplicada.
  • Quando se visualiza a disciplina, logo se imagina o uso rotineiro de alguma técnica segundo um protocolo rígido. Pode ser ainda a execução de alguma tarefa a partir de um hábito, ou talvez o processo da obrigação no cumprimento de alguma atividade regular. Mas, disciplina não é nada disso, uma vez que é um estado existencial, livre, e não uma condição patrocinada por leis, dogmas, tradições, prescrições da mesologia, desejo de ganho ou mérito.
  • A Infância é a melhor época para se disciplinar uma criança. Ela ainda não está contaminada com nossos vícios, hábitos, paranóias, crenças, dogmas e tabus, princípios que nos obrigam a seguir uma linha de ação muitas vezes antagônicas às nossas disposições inatas, ou contrárias à nossa vontade. Por isso é mais simples lapidar esse perfil até agora livre, não recheado por opiniões patológicas, onde um domínio mais amplo do Ego ainda não é uma realidade.
  • E para que aflore naturalmente, o costume de recompensar a criança apenas pelo fato de cumprir seus deveres formais, deve ser descartado. O ato de cumprir um dever o deve ser por consciência e nunca por coerção. Na coerção jamais existirá o processo disciplinar natural, mas, antes disso, apenas o exercício regular de uma atividade por pagamento, o mesmo princípio já adotado na prática da corrupção.
Finalmente, reflita sobre o assunto antes de aceitar o que está aqui escrito. Só o questionamento voluntário permite a experiência pessoal consciente, o único caminho para o aprendizado consistente. Teste em si mesmo, faça a digestão antes de aplicar em sua vida pessoal ou repassar adiante.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Nosso início de ano está uma maravilha!



Muita galera nova e muitas atividades também!!!

Nossa primeira reunião de pais.





Acolhidas! Momentos de reflexão!

 

Dia 8 de Março -Dia da Mulher!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A Observação Silenciosa


Autor: Alberto Silva Filho [1]
Matéria revisada em 16 de Novembro de 2014
O ato de estar consciente da Inquietude da Mente, já é Disciplina...
"Se o ensinamento não visa a liberdade consciencial, não é ensinamento..."
Anônimo
Criança com lupa e flor
O potencial criador de Uma mente serena não pode ser medido pelo senso comum...
Parece que a inquietude da mente acaba por transformar o indivíduo em um eterno insatisfeito, e como consequência disso, alguém sempre frustrado em tudo que realiza ou tenta realizar. É aquele indivíduo que tende a se enfastiar rapidamente depois de ter alcançado um objetivo qualquer, e o desânimo seguido pelo tédio torna-se um desdobramento natural em sua vida.

Uma criança inquieta, a despeito de suas idiossincrasias, quase sempre teve como espelho pais inquietos, ou foi criada em meio à inquietude. E mesmo que possua um temperamento calmo, a pressão sistemática da mesologia onde vive tenderá a corromper esse perfil.

Não podemos negar que a pressa dos tempos modernos acabe por contagiar à quase todos com uma espécie de ansiedade de origem difusa e sem motivo aparente. É como se a pressa fosse o estado natural do homem, ao invés de uma exceção.

E confunde-se pressa e ansiedade com determinação e motivação. A ansiedade, embora necessária em alguns casos, na maioria das ocorrências é sempre de cunho negativo. Ocorre que ela, ao liberar uma grande quantidade de adrenalina na circulação do indivíduo, desajusta seu metabolismo, afetando de forma dramática sua serenidade, quesito fundamental quando se pretende pensar com equilíbrio.

Motivação é um estado de permanente euforia sem liberação de adrenalina. Nessa condição, outros hormônios mais benéficos à saúde física e mental são então liberados. E a sensação é de permanente vigilância e interesse em concluir todas as tarefas com as quais estamos comprometidos. Não há então nem cansaço, nem o sentimento da obrigação provocado por medo de retaliações.

Fisiologicamente a pressa cria um estado de euforia no indivíduo que se prolonga mesmo após o término daquela atividade. Na contramão, a motivação libera um estado de serenidade e autoconfiança com uma sensação de bem estar, antes e depois.

E uma mente tomada pela preocupação está sempre desatenta. Por isso mesmo mais vulnerável aos erros ou falhas graves, o que acaba por se reverter em males diretos e indiretos para o indivíduo. Diante de uma preocupação de nível médio, nosso ego tende a ignorar seu semelhante, e assim nos tornamos insensíveis a dor alheia.

O instinto assume nosso controle emocional quando nos sentimos encurralados diante de algum perigo, ou na iminência de algo que possa nos ameaçar. O instinto não tem senso ético, nem está sujeito a sentimentalismos, especialmente aqueles que evocam a razão humana. Quando movidos pela emoção instintiva nos tornamos brutos e cruéis, e o animal irracional que hiberna em todos nós assume o controle de nossa razão; ali não há moral, nem bom senso.

Uma mente inquieta compromete de modo importante nosso potencial cognitivo, desvia nossa atenção, impede a assimilação clara do conhecimento. Por reflexo, tornar-se-á esse indivíduo um adepto da preguiça e acomodação, um partidário da vida fácil, onde o esforço nunca é visto com bons olhos.

Um adulto inquieto nunca está totalmente presente em seus afazeres. Será para sempre alguém ausente, disperso, fragmentado, dividido entre aquilo que faz e o que gostaria de fazer.

Não conseguirá se realizar plenamente em nenhum empreendimento que venha a idealizar. Será agressivo e frustrado por natureza, e é quase certo que não respeite o espaço do seu próximo. Será dominador e imaginará que os outros deverão se submeter aos seus caprichos. Tornar-se-á intolerante e inflexível em seus argumentos. Certamente, nos interrelacionamentos, buscará uma perfeição que não existe, e será uma fonte permanente de conflitos existenciais sérios.

Assim, o educador atento às consequências da inquietude juvenil ou infantil, deverá ter em mãos alguns recursos que poderão levar esses jovens, desde cedo, a lidar da forma adequada com esse estado mórbido.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Dia da árvore

CSMM

7 de Setembro - Proclamação da república.


7 de Setembro

O dia 7 de setembro também foi um dia muito legal pra nós aqui no Mali Martin. Pois também estávamos no desfile que aconteceu em nossa cidade. todas as escolas estavam participando e também as instituições como: APAE e outros.